Concerto - Serralves em Festa [Porto]
Durante uma semana, jovens músicos de Paredes de Coura e do resto do país, têm a oportunidade de conhecer e ensaiar temas do universo do rock, sob orientação de músicos profissionais. O resultado poderá ser visto no Serralves em Festa!
Encontro #16 Visita guiada à Exposição de Fanzines “Matéria Narrativa” em Paredes de Coura
O Encontro #16 do Clube de Espectadores, Artistas e Programadores convida para uma visita guiada à 4ª edição da Exposição de Fanzines, , conduzida pela curadora Antónia Alves, a decorrer no dia 1 de junho pelas 16h30, na Elevadora - Centro de Capacitação Empresarial, em Paredes de Coura.
A exposição ganha forma a partir da Fanzinoteca Rock’n’Cave, uma coleção de fanzines de todo o mundo, com mais de 20 anos de história e em constante crescimento.
A curadoria, através de leituras e diálogos com este arquivo, experimenta as fanzines enquanto matéria narrativa - materiais que narram fios de histórias e relações - nomeadamente histórias de mulheres e de pessoas trans, incidindo sobre questões sociais e políticas abrangentes como (in)visibilidade, empatia, ternura, cuidado, denúncia, afeto, partilha, participação, comunidade, proximidade, compromisso e resistência.
Concerto | Centro Cultural Paredes de Coura
A 4ª edição da Exposição de Fanzines da Associação Cultural Rock’n’Cave, patente de 1 de junho a 31 de julho na Elevadora - Centro de Capacitação Empresarial (Paredes de Coura), reúne o acervo da Fanzinoteca Rock’n’Cave com as fanzines participantes no Concurso de 2026, aberto até à data final da exposição.
A curadoria desta nova edição, a partir de leituras e diálogos com o arquivo da Fanzinoteca, propõe as fanzines enquanto materiais que ouvem, leem e narram histórias, proporcionando a circulação de in/visibilidades e a materialização de narrativas alternativas, anotando sobretudo histórias de mulheres e histórias de pessoas trans, que culminam em relações de resistência.
Através das palavras “contracultura”, “diy”, “experimental”, “artesanal”, “independente” e “underground”, experimenta-se escrever outras, tais como “ternura”, “empatia”, “cuidado”, “denúncia”, “afeto”, “ação” e “voz”, onde as fanzines são matéria narrativa, provocando um campo semântico de construção e participação, e que tem a potência última de criar compromisso, proximidade e comunidade entre os lugares, corpos e vidas que todos partilhamos.
Histórias de mulheres: AS BRAVAS (Clara Não e PELE), Mindjer Pólon - Storias di balentia (Elsa Djata, Inês Costa e PELE), As Mondadeiras (Ana Conceição), Quiero entenderos pero habláis en acertijos (Laura Pérez Rodriguez), O meu diário (Maria Goes), OLHOS (Pisca/Catarina Pisco), Pela falta (Laura López), Tiredness (Inês Louro), durtykat (Ana Ribeiro), PRISMA Pink Velvet (Gaia Papoila), Em tradução (Marta Fanti), Desabafo Existencial (cor de sol), Collectionnouse (Annette Messager), Expectativas (Cláudia Pena), Tipuana (Laura Dias Fagundes), Tummy ache (Lara Gonçalves)
Histórias de pessoas trans: Desenhar no escuro (Emma Andreetti e Marc Parchow), The name of a feeling (Plant Boy/Alex Ramalho), Transfúria (Circe Feiticeiro), Solstício Rapaz-Fragmento #1 (Matias Eduardo), Desvios Transtornantes 0 (Luana Cristini)
Relações de resistência: Mão em Mão (Lucas e Rita Monteiro), Transfemina (PELE), Attempting to fill an empty heart (Ioana Popescu), Paisagens de todos os sítios (Catarina Real e Gonçalo Duarte), Urban Sketchers 2 (Alexandre Esgaio), Patriarchy as Ideology (Chad Keveny), Distrito de Tetuán (Coordenadas cromáticas), Um outono nublado (Lucas), Versos da Pampa (mira mar), Peasant (Weird walk), Night time My time (Matilde Feitor), Franzine #13 Sardinhas em Conserva da Memória (Franz Magpantay), árvore dos ninhos/tree-of-nests (Agah Ferreira), Todos necesitamos (Pilar Marco), Burda Paisagens Costuradas (S/A), Fora de Campo (Matilde Feitor), Daqui à escola são 2000 passos (Ana Conceição), Furtivo II (Carolina De Matthaeis)
Open Call até 31 de julho
Documentário | Teatro Municipal Sá de Miranda [Viana do Castelo]
A Rock’n’Cave desenvolve, há mais de duas décadas, um trabalho contínuo na promoção da cultura contemporânea, cruzando criação artística e território. A partir de Paredes de Coura, dinamiza projetos em contextos de baixa densidade, onde a cultura se expande para além dos centros habituais.